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terça-feira, 7 de outubro de 2014

LOUCURAS ELEITORAIS BRASILEIRAS




                Hoje, o Brasil se orgulha de ter um dos sistemas de votação mais eficientes do mundo, contando até com urna eletrônica. Nem sempre foi assim. Nos mais de 180 anos desde a independência, as regras eleitorais mudaram quase tantas vezes quanto os governantes. “Poucos países têm uma história eleitoral tão rica quanto à do Brasil”, diz o cientista político Jairo Nicolau no livro História do Voto no Brasil (Jorge Zahar). A obra traz um monte de curiosidades sobre a história das votações:
·          Entre 1824 e 1880, o voto para cargos legislativos era direto. Os “votantes” escolhiam “eleitores”, que elegiam senadores, deputados e vereadores.
·          A eleição era realizada na igreja matriz da paróquia, logo depois da missa.
·          Não havia candidatos. Os votantes traziam de casa um pedaço de papel com o nome, a profissão e o endereço de qualquer pessoa de que gostassem. Em algumas ocasiões, essas cédulas vinham prontas em jornais ou eram entregues por cabos eleitorais na porta da igreja.
·          O alistamento acontecia no dia da eleição, quando uma junta fazia a listagem de todos os cidadãos aptos para votar. Era comum o mesmo eleitor votar cinco ou seis vezes em paróquias diferentes.
·          Uma pessoa podia votar por outra.
·          Até 1889, ano da Proclamação da República, era preciso ter uma renda mínima para votar. Mas só em 1875 tornou-se necessário comprová-la. Foi nesse ano que se instituiu o título de eleitor.
·          A pessoa precisa assinar o próprio nome na cédula. Se não conseguisse, outras pessoas assinavam por ela. Em 1889, o voto foi proibido para analfabetos. Só em 1985 isso mudou.
·          Os eleitores votavam no número de representantes a que cada paróquia tinha direito. Se ela elegia sete deputados, então cada eleitor escolhia sete pessoas. Em 1904, tornou-se possível votar até quatro vezes no mesmo candidato.
·          Também em 1904, determinou-se que o eleitor preenchesse duas cédulas: uma ia para a urna e outra ficava com ele, para que pudesse provar em quem votou.
·          O Brasil deu voto às mulheres em 1932 – 12 anos antes da França e 32 anos antes de Portugal.
Fonte: Super Interessante, Setembro, 2002, p. 22.


Parodiando nas aulas de História

A partir do exposto em aula, cada grupo deve, nos comentários, postar a sua paródia, até o dia 30 de outubro de 2014.

Fonte da atividade: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=32907, acesso em 07/10/2014.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

RESPOSTAS PARA OS SEGUNDOS ANOS

CAPÍTULO 11
1)           A) Sociedade estamental; Monarquia absolutista, privilégios usufruídos pelo primeiro e pelo segundo estados e carga tributária onerando principalmente o terceiro estado.
B) Liberdade de culto; liberdade de expressão abolição dos direitos feudais; igualdade perante a lei.
2)   A) A Bastilha representava um símbolo da repressão absolutista, pois nela eram presos os      inimigos do rei. Os populares, ao invadi-la, imaginavam encontrar ali armas e pólvora.
B) A revolta limita-se à reação violenta contra uma situação conjuntural. A revolução significa um processo de ruptura com as estruturas políticas, sociais e econômicas.
3)  a) A alta burguesia, formada por banqueiros, grandes comerciantes e grandes manufatureiros que, apesar de se beneficiarem com o monopólio do comércio externo, estavam descontentes por pagarem tributos, não terem privilégios de nascimento; os trabalhadores urbanos assalariados, além de descontentes com o ônus do pagamento de tributos e da exclusão de qualquer participação política, sentiam mais de perto os efeitos da crise do Antigo Regime pelas precárias condições de trabalho e de vida em que viviam nas cidades; e os camponeses livres e servos que, enraizados à terra há séculos, não conseguiam se libertar dessa condição, viviam cada vez mais empobrecidos pelo insuportável custo dos tributos e não tinham acesso à representação política.

b) A defesa dos princípios de liberdade e de igualdade jurídica através da abolição dos privilégios, da Constituição Civil do Clero, da liberdade de associação, do confisco dos bens eclesiásticos, da proclamação dos Direitos do Homem e do Cidadão, de medidas adotadas para a implantação de governos representativos (voto censitário, sufrágio universal), da abolição da escravidão nas colônias francesas, entre outras medidas.  
4) O documento acabou com os privilégios do clero e da nobreza e com a servidão. A Revolução Francesa, de caráter burguês, propunha uma igualdade jurídica e a defesa da propriedade privada, o que não é igualitário e nem democrático, pois as diferenças sociais e econômicas prevaleciam.
5) Por "sans-culottes" compreende-se a massa urbana e pauperizada à época da Revolução Francesa, defensores da igualdade jurídica e defensores do fim das desigualdades econômicas. Tiveram asseguradas algumas conquistas entre as quais o sufrágio universal masculino e o ensino obrigatório e gratuito durante o período jacobino (Convenção) da Revolução, entre 1792-1795.
6) B                  7) B                            8) F – V – V – F – F                9) A
10) E                         11) E                     12) D                  13) D                  14)B

Capítulo 12
1)                  B
2)
a) A conquista napoleônica da Espanha, destituindo o governante Bourbon e coroando José Bonaparte, efetivou a premissa de Robespierre de que “ninguém estima os missionários armados”. A Espanha apresentou uma intensa e poderosa resistência às tropas francesas, inviabilizando a manutenção do domínio imperial bonapartista.
b) O exemplo atual, que também dá validade ao texto de Robespierre, é a intervenção das tropas norte-americanas no Iraque, com a continuada resistência da população aos invasores.

3) a) Doutrinas: liberalismo e nacionalismo. Instituições: igualdade perante a lei (igualdade civil) e governos escolhidos pelos cidadãos.

4) V – F – F – V – V         5) E                                6) A

CAPÍTULO 13
1)    a) A “colonização de povoamento”, baseada na pequena propriedade, no trabalho livre e na produção voltada para o mercado interno.
b) O estabelecimento do sistema federativo é o mais adequado quando se pretende resguardar a autonomia das entidades políticas que compõem a união. A formação histórica dos Estados Unidos, essencialmente descentralizada, refletiu-se nesse sistema, no qual apenas as questões mais importantes são decididas pelo governo central.
2) B        3) E         4) E             5) C              6) A
7) a) O episódio no contexto da Revolução Francesa, pois os cidadãos, a Assembleia não incluiu, entre estes, os habitantes de suas colônias, mantendo a escravidão.
b) A independência do Haiti caracterizou-se pela libertação dos escravos e pela liderança de origem africana, fato que provocava, nos senhores de escravos do Brasil, temor de uma rebelião escrava nos moldes haitianos.
8) D                   9)   C                      10)   C
11) a) A mulher contribuiu para a expansão da civilização espanhola, principalmente através do casamento, garantindo, assim não apenas a reprodução dos colonizadores, mas a sua limpeza de sangue. Por possuírem direito à herança, as filhas únicas gozavam de certa autoridade na sociedade.
b) A política de limpeza de sangue consistia no incentivo ao casamento apenas entre espanhóis ou descendentes diretos, mantendo-se assim, o sangue limpo de miscigenação – que ocorria por meio do casamento com indígenas, negros etc.
c) Foram os criollos, descendentes de espanhóis nascidos na América, que lideravam o processo de independência. Esse grupo fazia parte da elite colonial, educada nos princípios liberais e iluministas, e tinha interesses econômicos na independência, pois queriam a liberdade de comércio. Além disso, pesavam ainda os interesses políticos, uma vez que essa parcela ansiava por ocupar os altos cargos políticos, que até então eram reservados aos espanhóis de nascimento.
12) C                    13)  E  

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Trabalho Coletivo - 3º trimestre - turm 221

Assunto: Período Napoleônica e Congresso de Viena - Capítulo 12
Peso = 40
Obs.: O livro texto é uma base. Vocês vão precisar pesquisar em outras referências. Não esqueçam de citar onde vocês pesquisaram.

Grupo 1
Amanda Dalagñol
Ana Carolyna Enderle Zanella
Anderson de Mello
Aorelio Miguel Zanchett Costa

Assunto: Antecedentes do Período Napoleônico (o que levou a França a "entrar" nesse período)

Grupo 2
Bruna Fernanda dos Santos Freitas
Bruno de Carli Camargo
Camila de Fatima Ceccatto
Carla Cazarotto Martinelli

Assunto: Período do Consulado - o que foi, como foi, quando foi...

Grupo 3
Cristina Paula Giacomoni
Daiane Brazelista da Silva
David Antunes dos Santos
Denikel Franco Alves

Assunto: Período do Império

Grupo 4
Igor José Cazarotto
Isabela Casarotto Sartori
Jessica Gonçalves
Julia Sartori Binello

Assunto: Bloqueio Continental

Grupo 5
Kaira Werkhausen Carvalho
Karina Farezin
Maiane Rosa Prestes Ribeiro
Patricia Farezin Menegazzo

Assunto: Fuga da família imperial para o Brasil

Grupo 6
Sabrina Moreira de Oliveira
Sabrina Taglietti De Carli
Veridiana Brandão
Willian Mateus Taufer

Assunto: Napoleão e suas derrotas

Grupo 7
Kimberly Consul Quadros
Dhonathan Lazareti
Rafael Felipe Bergmann

Assunto: Exílios, Governo dos Cem Dias e Congresso de Viena

domingo, 21 de outubro de 2012

Atividade avaliativa para Turma 231 - Valor = 40 pontos

Sobre os governos republicanos brasileiros, escolha três temas e disserte a partir do que se pede. Nao esqueça: cópia é plágio e não será aceita. Pesquise e disserte com suas palavras. Não precisam ser textos longos, mas que respondam o que se pede.

1 - A Ditadura e o trabalhismo no governo Vargas.

2 - O movimento de 1930.

3 - A Revolução Burguesa no Brasil.

4 - Getúlio: "Pai dos pobres" e "Mãe dos ricos".

5 - Por que o movimento militar de 1964 se constituiu em um Golpe de Estado?

6 - O que foram: "A Campanha da Legalidade" e a "Marcha da Família com Deus e pela Liberdade".

7 - Por que o governo Médici é encarado coo um período de endurecimento político?

8 - Escreva sobre a importância da democracia para a construção do país.